Link gratuito tem má fama por associação: como existe muita oferta ruim de graça, conclui-se que tudo de graça é ruim. Não é. Alguns dos melhores links que um site pode ter não custam nada — custam trabalho.
Funciona
- Associações e entidades da sua categoria. Costumam ter sites antigos e respeitados, e listar associados é a função deles.
- Catálogos e diretórios setoriais. Os que são consultados por gente procurando fornecedor.
- Perfis profissionais completos em plataformas do seu ramo, com o endereço preenchido.
- Portais regionais e de bairro, para quem atende uma cidade.
- Citação conquistada: alguém usa um dado seu e credita. É o mais valioso e o menos controlável.
- Parceria com negócio complementar. Dois endereços se citando faz sentido para o leitor, e é por isso que conta.
Não funciona mais
- comentário em blog alheio — esses links são marcados de forma a não transferir valor;
- assinatura em fórum, pelo mesmo motivo;
- páginas que existem só para hospedar links, com texto gerado;
- sites de "envio automático para 500 diretórios", que geram relatório e nada mais.
A diferença entre grátis e barato
Grátis costuma significar que você gastou tempo: pesquisou o lugar, preencheu com cuidado, escreveu uma descrição real. Barato costuma significar que alguém automatizou. O primeiro produz links que ficam; o segundo produz uma planilha.
Onde o gratuito encontra o teto
No volume. Trinta cadastros bem feitos você faz em alguns fins de semana e eles contam. Trezentos você não faz — e, em ramo disputado, trinta não bastam. Quando o gargalo vira o seu tempo, a conta a fazer é entre a sua hora e o custo de distribuir em escala com conteúdo tratado, que é o que os planos do Divulga Top oferecem.