Antes das táticas, um critério que resolve 90% das dúvidas: a página que vai linkar para você existiria mesmo se os buscadores não existissem? Se a resposta for não, o link vale pouco ou atrapalha.
1. Os links que você já poderia ter
Comece aqui, porque é o mais rápido e quase ninguém faz. Fornecedores que listam clientes. Clientes que listam fornecedores. A associação da sua categoria. O portal da sua cidade. O evento em que você palestrou. A matéria em que você foi citado sem link. Um e-mail educado pedindo a inclusão do endereço resolve boa parte desses casos.
2. Catálogos e diretórios do seu setor
Guias profissionais, listas de fornecedores, portais regionais, diretórios temáticos. Isoladamente valem pouco; em conjunto, são o que tira um site novo da condição de desconhecido e o que torna o seu nome consistente na web.
O problema é escala: feito à mão, dá alguns por semana. Feito em volume, é o que uma plataforma de distribuição resolve — e vale conferir se ela publica conteúdo de verdade, em formato legível, ou apenas despeja o endereço numa lista. A diferença entre as duas coisas é a diferença entre link que conta e link que não conta.
3. Conteúdo que gera citação
Certos formatos são citados com frequência porque economizam trabalho de quem escreve: dados próprios ("levantamos o preço médio de X em 40 cidades"), tabelas comparativas, calculadoras, explicações definitivas de um conceito do seu ramo. Artigo genérico não é citado por ninguém — já existem mil iguais.
4. Parcerias de conteúdo
Entrevista, artigo convidado, participação em levantamento conjunto, indicação mútua entre negócios complementares. Rende link e rende cliente, o que é raro na mesma ação.
O que evitar
Pacotes de milhares de links por preço simbólico, redes de sites que linkam uns para os outros, comentários automatizados e troca massiva de links. O padrão é reconhecível, e a limpeza custa mais tempo do que a construção honesta custaria. O assunto está detalhado em backlinks ruins.