O WhatsApp é onde a venda acontece no Brasil. Também é onde muito negócio pequeno trava, porque confunde o canal de atendimento com o canal de aquisição. São coisas diferentes, e tratar uma como a outra gera dois problemas: lista comprada e número bloqueado.
Comece pelo WhatsApp Business
É gratuito e separa o trabalho do pessoal. Dá horário de atendimento, mensagem automática de ausência, respostas rápidas para as perguntas de sempre e etiquetas para organizar quem está em qual etapa. Só isso já economiza horas por semana.
Catálogo
Monte o catálogo mesmo que você tenha poucos itens. Ele transforma "quanto custa?" em um link, e evita a conversa de dez mensagens que termina sem pedido. Foto decente e preço visível resolvem a maior parte das objeções antes de você digitar.
Link direto de conversa
Gere o link que abre a conversa já com uma mensagem preenchida e coloque esse link no site, no perfil do Google, na assinatura do e-mail e na bio das redes. Cada ponto desses vira uma porta de entrada que não depende de a pessoa salvar o seu número.
Status, com parcimônia
O status aparece para quem já tem você na agenda e é ótimo para novidade, promoção e prova de que o negócio está vivo. Uma ou duas publicações por dia bastam. Mais que isso e as pessoas começam a pular.
Lista de transmissão: cuidado
A transmissão só entrega para quem salvou o seu número, e mensagem não pedida é o caminho mais rápido para o bloqueio em massa e para a perda do número. Mande para quem autorizou, com espaçamento, e sempre com conteúdo que a pessoa usaria.
O que o WhatsApp não faz
Ele não traz desconhecido. Quem ainda não te conhece está procurando o seu serviço na busca ou perguntando a um assistente de IA — e nos dois casos o que decide é ter conteúdo seu publicado na web, com endereços apontando para ele. O WhatsApp fecha; a divulgação é que precisa trazer.