Quase todo mundo que reclama do alcance no Facebook está fazendo a mesma coisa: publicando um link com uma frase em cima. É o formato que a plataforma menos entrega, porque é o formato que mais a esvazia.
A página do negócio é a base
Perfil pessoal tem limite de amigos, não dá dados e mistura trabalho com vida. A página de negócio permite botão de contato, horário, avaliações e medição do que funcionou. É o mínimo.
Publique o conteúdo, não só o link
Se você escreveu um artigo, publique no Facebook o ponto principal dele em texto, com uma imagem, e deixe o endereço para quem quiser o resto. O post entrega valor por si só — e, por isso, alcança mais gente, inclusive as que vão clicar.
Grupos, com regra
Grupos ainda têm alcance real, porque quem está ali escolheu estar. Também têm administradores atentos. A conta que funciona é: participe de verdade por algumas semanas antes de divulgar qualquer coisa, e quando divulgar, que seja uma resposta útil a uma pergunta de alguém.
Impulsionar o que já deu certo
Se for pagar, não escolha o post pelo seu gosto: escolha o que já teve resposta orgânica acima da média. Impulsionar um post ruim só compra mais pessoas para ignorá-lo.
O limite do Facebook
Mesmo bem feito, o Facebook alcança quem está rolando o feed. Não alcança quem está procurando pelo seu serviço agora — essa pessoa está na busca. E não alcança quem pergunta a uma inteligência artificial, que lê páginas da web e não publicações de rede social. Por isso o Facebook funciona como um dos canais e falha como o único: ele é um dos lugares, não o lugar.